Você já parou para pensar que quando conhecemos uma pessoa, nos sentimos atraídos pelo seu jeito de ser, sua forma de agir, sua maneira de falar, cremos que o que sentimos seja amor Acreditamos piamente que nada pode atrapalhar tamanha a intensidade desse sentimento. O coração palpita mais forte, aparece um friozinho no estômago só em pensar que veremos a pessoa passar por nós, as pernas fraquejam, o apetite some, a vontade de querer estar perto se torna urgente e eminente.
Chegar nessa pessoa, se fazer notar… Será recíproco Quantos desafios… Enfim, percebemos que há o mesmo interesse, o mesmo sentimento, decide-se namorar, assumir o outro publicamente. Surge a família e os amigos dele ou dela e com isso, a necessidade de extrapolar quem sou, para ser quem acham que deveríamos ser para sermos aceitos. Surge a vontade de agradar, fazer coisas que normalmente não faríamos por que se trata da mãe ou do pai, dos cunhados, dos amigos, dos tios. Será que vale a pena mudar quem nós somos pra agradar os outro? Será mesmo ?